Na ignorância
despercebida
percebe
em seguida
a antítese
fingida.
A existência
inexiste.
De toda noite
nada do dia.
A escuridão
atravessa
a força da luz
que brilha
mais uma vez,
que apaga a lucidez.
Não sabe querer
dizer de seu ser,
num modo de viver
Perdido em si mesmo...
despercebida
percebe
em seguida
a antítese
fingida.
A existência
inexiste.
De toda noite
nada do dia.
A escuridão
atravessa
a força da luz
que brilha
mais uma vez,
que apaga a lucidez.
Não sabe querer
dizer de seu ser,
num modo de viver
Perdido em si mesmo...