jueves, 24 de junio de 2010
martes, 15 de junio de 2010
]Perdoar Vale a Pena[
"Os fracos nunca perdoam. O perdão é uma virtude dos fortes"
Quando você é infantil, inexperiente, imaduro(a), e acredita em qualquer promessa e se ilude com qualquer palavra bonita... Frente ao ataque, não consegue se defender... Quando vem a traição, a mentira misturada com a verdade... Não importa o quanto vc resistiu e o quanto vc lutou contra um erro... Um passo em falso é suficiente para te destruir, E todos os olhos e as opiniões alheias caem sobre vc. E não há explicações suficientes nem desculpas aparentemente validas. E quando alguém mente na sua frente, e você perde os estribos e os argumentos e a decepção é tão grande... Quando os seus sentimentos se vêem envolvidos nisso... Quando você perde a razão... É o fim!
Quando você tem que aceitar a culpa pELO que fez e o que não fez, Somente porque não há maneira de provar o contrário. Quando você é julgado como se fosse uma pessoa que não tem respeito por si mesmo, que não tem noção dos limites... E quando há quem olha para você e quer adivinhar seus pensamentos e quer achar que sabe das suas intenções, e julga mal o que você faz, e mal-interpreta até o seu jeito de olhar para as coisas e para as pessoas! Isso revolta. Porém guardar silêncio é o mais inteligente. O Fantástico dom de desentender, Não ouvir... Nada... Para ter paz.... Se conformar com o fato de saber quem você é.
Quando alguém vem pedir perdão...
Coragem de olhar de frente, Sinceridade. Não é fácil... Perdoar.
Mas quando começamos a entender a importância do perdão em nossas vidas, podemos aceitar que o outro, apesar de tudo, é um ser igualzinho a nós, cheio de falhas... Simples desculpas não mudam o dano causado, nem a ferida, nem as consequências. A amizade não volta. Porém sentir-se livre desse peso e deixar o outro livre do odio que você sente, e acabar com o sentimento de rancor, te faz viver melhor, Perdoar é um bem que fazemos a nós mesmos!
Digo porque sei...
Dois anos passaram...
Dá pra dizer, LIBERDADE!
Fico livre disso tudo!
A VIDA CONTINUA!
Dois anos passaram...
Dá pra dizer, LIBERDADE!
Fico livre disso tudo!
A VIDA CONTINUA!
miércoles, 9 de abril de 2008
]Ele[
Na ignorância
despercebida
percebe
em seguida
a antítese
fingida.
A existência
inexiste.
De toda noite
nada do dia.
A escuridão
atravessa
a força da luz
que brilha
mais uma vez,
que apaga a lucidez.
Não sabe querer
dizer de seu ser,
num modo de viver
Perdido em si mesmo...
despercebida
percebe
em seguida
a antítese
fingida.
A existência
inexiste.
De toda noite
nada do dia.
A escuridão
atravessa
a força da luz
que brilha
mais uma vez,
que apaga a lucidez.
Não sabe querer
dizer de seu ser,
num modo de viver
Perdido em si mesmo...
jueves, 27 de marzo de 2008
]Tears[
Nunca pensei que aquelas poucas horas fora de casa fariam tamanha diferença no rumo da minha tranquila e sossegada vida sem fama qualquer.
...
Nunca pensei que minha escolha e reação naquele intervalo de tempo tornaria-se meu pior castigo no momento da defesa após a acusação. Que ainda o fato tornaria-se completamente diferente ao que realmente foi.
Terei sido eu a única no mundo a ter tido a "brilhante ideia" de não dizer aquelas palavras frias que deveriam ser ditas e sair? sentimental...
Me incomoda A mentira! completamente desnecessaria. Confuso e perdido entre suas proprias palavras e afirmações, não sabia nem o que dizer.
Que sensação ruim...
Apagarei tais linhas tortas e Recomeçarei!
E existe uma raiva e sede de vingança dentro de mim, Porém, não me rendo ao desespero ainda em situações como esta.
Dá vontade de sair gritando na rua bem alto, feito doida mesmo, dizer a verdade mas ...como diz Lilian Honda: Agora... "o que ficou por dizer está extinto"
Tenho dito.
lunes, 22 de octubre de 2007
]Formiga[
...Saem as formigas correndo de novo por aí espalhando-se sozinhas, dividindo-se em grupos, morrendo de repente com qualquer coisa que cai...
Que Vida!
Que Vida!
domingo, 7 de octubre de 2007
]raiva[
Odeio ter dentro de mim um sentimento indesejado no qual o amor e ódio se intercalam.
Involuntariamente
-mente
Proposital
Involuntariamente
-mente
Proposital
miércoles, 29 de agosto de 2007
]O noivo plantado[
Entregou-lhe o coração que por ela palpitava
E ela o colocou na estante como troféu
E em seu coração onde a tristeza transbordava
No mesmo que antes a alegria brilhara
Tão grande era a dor como a distância até o céu
Naquela fria noite, enquanto nela pensava.
Desfazendo-se os sonhos, sem noiva, anel e véu.
Profunda a decepção, sequer o rosto levantava.
Homem traído, quieto, imóvel, só ficara
Seu mundo como a mesma noite escureceu
O coração apertado enquanto a lágrima rolava
Seu punho na mesa forte e firme bateu
Transtornando o som do silêncio que reinava
Exclamou em alta voz, soluçante e clara.
Este sonho de amor esta noite morreu!
Suscribirse a:
Comentarios (Atom)
